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quarta-feira, 20 de maio de 2015

.sinta.

Entre tudo isso que sinto
Três sentimentos tomam conta de mim
Amor, amor e amor
(...)
Explicar sentimento não é tão difícil assim, não sendo o meu, tenho uma explicação. Conseguir compreende-lo por inteiro é para poucos. Conheço quem afirme saber o que sente. E eu acredito. Mas viver este sentimento, deixar ele agir por dentro, de verdade... só para os fortes.
“A vida da gente anda tão corrida que já não se tem tempo para as tolices sentimentais. ” Escutei isso numa conversa entre duas mulheres que caminhavam á minha frente enquanto eu voltava para o hotel.
"Tolices sentimentais"... Sei lá, talvez eu tenha escutado errado, peguei o bonde andando... mas refleti sobre o tema durante a caminhada.
Como explicar a coragem sem conhecer o medo
Como explicar a felicidade sem conhecer a tristeza
Como explicar o prazer sem conhecer a dor
Como explicar a raiva sem sentir o...
Precisamos permitir o sentimento: viver o luto, chorar a tristeza, gritar a raiva... viver o amor


(...)
Em algum lugar do tempo perdemos a fé?
Nas manhãs cinzas do outono porto alegrense?
¿En las calles cobiertas de hojas muertas?
Ou no medo de descobrir o que se sente?
(...)
Há braços!

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

.permitir o sentimento.


Hoje pela manhã, assim que entrei no carro liguei o rádio. Propagando política. Levei a mão até o porta luvas e as cegas peguei um CD..
 
...Gildo de Freitas.
 
Fui arremetido, subitamente a Uruguaiana, mais precisamente para o sofá da sala de casa onde ficava o aparelho de som. Era lá que meu pai escutava seus discos... de olhos fechados.
 
Sentimentos existem para serem sentidos. Já no primeiro acorde de gaita meus olhos se encheram de lágrimas. Depois disso chorei sorrindo.
 
As lembranças que tenho chegam de repente, em determinadas situações... Assim como esta do CD do Gildo. Inevitável.
 
A saudade constante, guardada dentro de mim sai do silencio. É como se eu não tivesse chorado a morte do meu pai. É como se ele tivesse partido naquele momento.
 
Sentir-se triste é um belo começo para ser feliz.
 
(...)

Nossa vida é uma estrada com diversos corredor
Tem muitas encruzilhadas na picadinha do amor
Tem trecho duro, bem firme outros com atolador,
Cada um tem sua estrada seja do jeito que for.
 
Na estrada da minha vida tive muitas decadências
Muito atrapalho na estrada, mas nunca usei violência
Fui carregando a mochila com calma, jeito e paciência
Quanto mais brava a estrada mais eu mostrei resistência.
 
Na velha estrada da vida hoje eu descanso um pouquinho
Encontrei uma viajante que ia pro mesmo caminho,
Ela foi, me convidou, pra nós viajar juntinho,
Daquela data em diante não viajei mais sozinho.
 
Eu hoje tou numa estrada só de amores e carinho,
Nós fizemos uma empreitada, mas vamos devagarinho;
Porém a nossa empreitada foi de abrir cinco caminhos
Hoje são mais cinco estradas pros nossos cincos filhinhos.
 
Eu na estrada da vida, eu sou desta opinião,
Isso é o conselho que serve para qualquer cidadão
Principalmente pra esses moços, velhos, solteirão
Todo homem sem mulher é um viajar sem condução.
                                                  ESTRADA DA VIDA
                                                  Gildo de Freitas

(...)
 
Há braço!


quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

.não tem preço.

...Porto Alegre/Uruguaiana. A mais improvável das opções acabou sendo a escolhida.

(...)

Ida e volta:

Gasolina = R$ 300,00
Pedágios = R$ 45,00
Protetor solar para o braço esquerdo = U$ 12,00
Rever os filhos depois de 38 dias = Não tem preço

(...)

 
 
(...)
 

“Poder acreditar
Deixar você sentir
O brilho no olhar
Te fazer dormir
                           
                Tudo isso não tem preço
 
...A vida vai passar
Quero estar aqui
Fazer você voar
O mundo é teu, meu gurí”
(Marcus/Feio)


sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

.lições de vida.


Esses dias me deparei com uma reportagem relatando uma situação que ‘falou’ alto ao meu coração!

A reportagem contava a história de Paul Flanagan, um inglês de 45 anos que descobriu que o câncer só lhe permitiria conviver com a família por mais alguns meses. Paul correu atrás do relógio.. curtiu muito o tempo com seus filhos (o menino tinha 5 anos e a menina 1 ano e meio). Comprou presentes para serem entregues às crianças nos próximos aniversários, escreveu cartinhas no estilo do filme P.S. Eu Te Amo, separou os livros preferidos.. várias coisas.

Mas a maior surpresa aconteceu quase dois anos depois do seu falecimento. Sua esposa estava mexendo no computador antigo da família e encontrou um texto intitulado “Sobre encontrar a realização”, onde Paul listava 28 dicas/valores para que os filhos alcançassem a felicidade em suas vidas.


São pontos que falam sobre humildade, educação, cordialidade, pontualidade, moral, várias coisas que sabemos ser importantes mas que, vezenquando, a loucura do nosso dia-a-dia nos leva a esquecer de praticar. (Veja a íntegra da reportagem aqui: Pai deixa 28 lições de vida aos filhos antes de morrer)

Tudo isso me levou a refletir sobre meu passado e meu futuro.

Sobre o passado: Meu pai era separado da minha mãe e morava no Rio de Janeiro. Eu tinha 13 anos e ele vinha para Porto Alegre mais ou menos 1 vez por mês para me ver.
Então um dia ele veio para mais um findi na cidade.. sempre saíamos para passear, mas não lembro exatamente onde ele me levou, o que fizemos juntos.. só lembro que estranhei um pouco quando ele me deu uma graninha mais gorda do que o habitual. Coisa de piá!

No outro mês, quando ele veio pra Porto Alegre, a gente não saiu pra passear. Ele foi diretamente para o Hospital de Clínicas onde ficou internado até o seu falecimento por câncer. Fui visitá-lo no hospital, mas não lembro das nossas conversas... eu estava meio que em estado de choque.. nunca imaginava que aquilo fosse acontecer.
Pra quem acha mórbido as cartinhas post-mortem, só tenho uma coisa pra dizer: eu gostaria de ter recebido algumas! Gostaria de saber se meu pai teria alguma lição para me passar, alguma dica ou sugestão para eu ser (mais) feliz na minha vida.
Claro que minha mãe cumpriu seu papel. Passou muitos valores e me educou da melhor forma possível, mas gostaria de saber o que meu pai teria a dizer, sabe?!

Sobre o futuro: será que vou conseguir passar valores importantes para minha filha? Será que ela vai usar as palavras por favor, obrigado, com licença? Será que ela vai seguir os pontos listados pelo inglês da reportagem?? Os pontos que eu também concordo?

Bah, vou fazer o possível, mas só o tempo dirá.
.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

.weekend.

Lots of philosophy this week. My head hasn't been in it completely. Now that the weekend is upon us, it's time to let our hair down a bit; don't you think? As for me, I've got a weak spot for pop music, so if you don't mind, let me put this tune on the jukebox here in the pub. (I always said that trumpets just make a song, right?)

TGIF!





Turn it up 
Come on baby just
Pump it 
And say, oh oh oh oh

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Simplesmente vá!

Deu medo? Ficou na dúvida? Tem algo te impedindo de avançar?
Mas sabe o teu potencial, confia em ti?

Não recue. Simplesmente vá!
Tenha atitude!

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

.Trovões da Chuva Ácida.




Estar sozinho...
Sentir-se só!
É como andar por ruas desertas
Ver pegadas na areia...
Sentir frio e não ter abrigo...

Estar longe...
Sentir-se só!
Buscar um sentido...
Em algum lugar.
Correr sem olhar para trás

Estar perto...
Sentir-se só!
Coração bater e não sentir
Abrir os olhos e não enxergar...
Morrer, não mais sorrir.



Então... as vezes, quando viajo no tempo e olho para trás, parece que não fiz nada de mais, nada de tão extraordinário, que os outros fazem o que “jamais imaginei fazer”...
Já deixei de fazer algo por medo de errar (deixei de prestar atenção no que as pessoas fazem ou pensam pra não correr o risco de julgar e/ou ser julgado). Mesmo assim fica no ar um sentimento de arrependimento por aquilo que fiz ou o que achei mais “coerente” deixar de fazer... Deve haver alguma diferença entre não deixar de fazer algo que mais tarde possa me vangloriar por ter feito e aquelas que não fiz e me arrependi de fazer, por saber que não é certo...

É legal errar, mas o “mais legal” é acertar, aprender com o erro dos outros... poder debochar da vida e dizer pra ela que EU sei... EU sei o que é certo, EU sei o que é errado, EU sei o que é melhor pra mim... eu sei?

Quem faz a edição da vida?

O destino ou a morte? E com que precisão?

Quem compôs a trilha?

Não sei, estou me lixando pra direção!

Eu quero protagonizar!

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

.Assim te Procuro.


Diadesses falávamos em sensibilidade... tenho participado, aqui no Velho Oeste, nas segundas feiras, da confraria La Ventana. Me sinto em casa... me sinto em casa... me sinto. Descobri onde mora a sensibilidade, onde mora a emoção, onde mora a poesia... reencontrei, de fato, a minha essência.

A poesia transcrita a baixo, extraí do livro "A Transmutação do Poema" de autoria de Rafael Ovídio da Costa - Deco, poeta, músico compositor, pintor, escritor uruguaianense, vencedor de diversos festivais e confrade do La ventana:




.ASSIM TE PROCURO.

Te procuro em cada pingo prateado de chuva,
Que evapora ao mormaço turvo do dia.
Te procuro nas poças que se formam nas ruas,
Feito espelho d'água de imagens tão frias..

Te procuro no silêncio do quarto esquecido..
No algodão solitário da tez do lençol,
Na cama macia,.. num corpo rendido...
No luzir dourado dos raios do sol.

Te procuro no ontem que se fez amanhãs,
Esquecendo de hoje,.. adormecido...
Te procuro na leveza de uma nova manhã,
Nas lágrimas de um cais, sem porto e abrigo

Te procuro nos galhos que rebrotam limões
Destas árvores que vergam ao temor das ventanias
Te procuro nas paredes que cercam ilusões,
No musgo dos muros das casas vazias.

Te procuro nas tintas imóveis dos quadros
Que revelam os pincéis singelos do artista
Te procuro no íntimo de um rosto vendado,
Que mergulha no escuro até perder-se de vista...

Te procuro no verbo que se fez poesia...
Nos homens sem asas que buscam seus ninhos,
E viajam no sono da razante agonia,
Que por não terem asas voam caminhos.

Te procuro na esperteza veloz do beija-flor
Que suga o néctar vital dos carinhos.
Te procuro na essência pura do amor.
No carmin destas rosas, nos cálices de vinhos...

Te procuro nos brilhos dos olhos desnudos,
Nos traços místicos da palma da mão.
Te procuro no mel dos lábios polpudos,
Eu adoçam as feridas do meu coração!

Assim te procuro... em cada canto do mundo...
Nestas margens de círculos... sem cantos e fundos!
Talvez te reencontre no sonho profundo,
Nas curvas e voltas do meu próprio mundo!!






Esta poesia foi musicada por Tukano Netto, outro grande poeta, músico compositor, escritor uruguaianense, vencedor de diversos festivais e confrade do La Ventana. Esta música foi vencedora do 1° Musi Sesc de Uruguaiana na voz do meu irmão Cesar Santos que também é um grande músico, vencedor de festivais, um dos melhores guitarristas que já se viu e confrade do La Ventana.

Bueno, era isso... "se pechemo" nas mesas vezenquando.







segunda-feira, 15 de agosto de 2011

.sinto vontade de chorar e choro.

Oi genteeee!!! Eu ainda não consegui sair do clima do Dia dos Pais. Essa é uma data que realmente toca o meu coração.

Enquanto muitas pessoas falam na importância apenas da mãe na vida do filho, eu sou aquela outra parte que reconhece o grande papel do pai. Talvez essa minha sensibilidade tenha sido aflorada porque eu passei grande parte da minha vida longe do meu pai e sofri na ‘pele’ essa ausência.

A Grassi e o Deryl deixaram o depoimento sobre a felicidade de poderem desfrutar da companhia de seus pais no último domingo. O Pablo e o Feio registraram aqui o orgulho de serem pais falando nos filhos. Eu achei isso tão lindo!

Lendo as poesias do Vinicius de Moraes, como eu sempre faço, eu descobri uma poesia que ele fez para o seu filho, intitulada ‘Pedro, meu filho...’. Eu colocarei a letra nos comentários do post.




Nesse embalo, eu também quero deixar aqui registrado a poesia que há muito tempo atrás eu fiz para o meu pai:

Penso tanto em ti, Pai:

As vezes, quando todos vão dormir,  o silêncio e o escuro tomam conta do meu quarto e eu tenho medo de ficar sozinha... eu fecho meus olhos e busco refúgio em ti.

Fico horas e horas imaginando como teria sido a minha vida se eu tivesse tido a oportunidade de  te ter ao meu lado. Eu fico imaginando como seria ter, mas ter de verdade, um pai.

E eu crio para ti um novo corpo, um novo rosto e uma força indescritível.... bem diferente daquela fragilidade que me inspira aquelas fotos amareladas com o tempo.

Nessas noites escuras, pai, eu me permito sonhar sonhos multicoloridos: eu te amando: tu me amando: eu te precisando: tu me protegendo: eu rindo: tu rindo: eu correndo: tu correndo: eu presa e fortalecida pelo teu abraço: a gente feliz.

Essas noites escuras e silenciosas me fazem pensar em todas as vezes que eu quis dizer e não pude: meu pai não deixa, isso eu aprendi com o meu pai, meu pai disse que não é assim, vou contar tudo pro meu pai...

Ô, Pai! Quanto tempo desperdiçado!

Mas quando eu penso, pai, de olhos abertos, e não nos sonhos dormidos, eu vejo que os poucos momentos que desfrutamos juntos também foram valiosos. Te amo o suficiente, porque moras em mim, independente da nossa trajetória, independente do começo e do nosso fim.

Mesmo assim, pai, eu queria que tivesse vindo de ti, inventada ou não, a vontade de ter estado mais tempo ao meu lado. Sinto vontade de chorar e choro. Penso na tua imagem e refaço-a várias vezes, de olhos fechados, e escolho aquela que quero guardar em mim, bem lá no fundo.

Sinto saudade, pai!

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

.sensibilidade.

Eu estava pensando em qual assunto começar a escrever na mesa 1... que linha seguir. Pensei em vários temas, mas aí, depois de pensar, pensar, pensar... eu ontem recebi um e-mail que me fez decidir falar sobre ‘o poder que algumas pessoas têm encantar e nos tocar com as suas palavras', ou seja, a sensibilidade de quem escreve e a sensibilidade da outra pessoa que lê o que foi escrito.

Eu adoro o Vinícius [ o de Moraes ]. Alguns diriam que eu adoro os poemas tristes do Vinicius. Maybe. I don’t know. Na verdade eu não vejo como poemas tristes, eu vejo como poemas de uma sensibilidade tão grande... Quando eu leio, eu fico pensando em todos os sentimentos que estavam ali naquele momento... fico pensando se ele viveu aquilo... se ele conseguiu colocar em palavras aquilo que estava sentindo ou se ele apenas soube usar as palavras.

Mas voltando ao assunto do e-mail, eu participo de um grupo, de 400 pessoas, chamado ‘Domingueira Poética’. Todos os domingos eu recebo um e-mail lá do Rio com alguns poemas, músicas, mensagens... O responsável é o Victor José Ferreira, que sempre envia alguma coisa de uma sensibilidade tão grande... E adivinhem o que eu recebi neste domingo passado? Um Poema do Vinícius chamado ‘Ternura’. Lindo, eu colocarei aqui como comentário. E foi a partir desse último e-mail do Victor que eu fiquei refletindo sobre o poder que algumas pessoas têm de encantarem e nos tocarem com suas palavras ou com as palavras de outros.

E ontem eu vi uma frase nossa, escrita aqui no Vezenquando, rolando pelo Facebook e confesso: isso me trouxe uma alegria tão grande e um orgulho. A gente tenta escrever as palavras de um jeito tão simples, expressando o que estamos sentindo... e é muito gratificante saber que tem alguém que sente igualzinho... alguém que teve a sensibilidade de entender o que a gente escreveu e se identificou com o que foi escrito...
Então é isso, levem adiante as coisas boas do mundo. Leiam, identifiquem-se e tornem-se donos da  emoção que está por trás das palavras, mesmo que por um instante. Boa semana!

sábado, 6 de agosto de 2011

Efeitos adversos: Você tem um sexto sentido? Mais de seis sentidos?



Ontem eu estava operando com cerca de só três horas de sono. Eu já tinha dirigido ida e volta de San Marcos para San Antonio e para Austin em várias viagens diferentes e eu estava sentindo os efeitos da cansaço. Um deles bem estranho foi uma mudança no meu senso de percepção corporal. Eu estava segurando meu telefone enquanto eu dirigia, com o GPS ligado me guiando em uma das auto-estradas. De tempos em tempos, parecia que o telefone na minha mãocresceu” em tamanho. Meus dedos me pareciam de gran espessura, e o volante pareceu assumir o tamanho de um galho de árvore. Apenas olhando para o telefone e para minhas mãos a minha sensação de proporcão tornou ao normal.

Você já experimentou algo assim? Uma alteração ao seu senso de proporção? Você sentiu seu corpo ou o mundo tornar-se muito grande ou muito pequena? Às vezes pode ocorrer antes ou depois do sono, cochilando na praia, pelo efeito de drogas, cansaço, stress, ou talvez a doença.

Bem, acontece que tem muito ver no tema.

Nós todos sabemos sobre os cinco sentidos que todos nós temos: visão, audição, tato, olfato e paladar (a classificação atribuída a Aristóteles). Mas se considera tambem que os humanos tem, pelo menos, cinco sentidos adicionais que incluem: nocicepção (dor); equilibriocepcão (equilíbrio
); propriocepção e sinestasia (movimento articular e aceleração); sentido de tempo; termocepção (diferenças de temperatura). Talvez até mesmo uma leve magnetocepção (direção), e também sentidos interoceptivos.

Veja tambem:




sábado, 30 de julho de 2011

.e quem um dia irá dizer?

.
.
.

(...) que existe razão nas coisas feitas pelo coração?
.
.
.

 

Assisti, curti.. compatilhei!

[]s - ;-) 

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Thinking about…

 

“There are times when all the world´s asleep
The questions run too deep
For such a simple man
Won´t you please, please tell me what we´ve learned
I know it sounds absurd
But please tell me who i am”

Supertramp – Logical Song

[me lembrou também o Alexander Supertramp – Into the wild]

quinta-feira, 7 de julho de 2011

.baby.

I love your way
everyday…
wanna be with you nigth and day…
everyday
amor_jpg_2

quarta-feira, 6 de julho de 2011

sexta-feira, 1 de julho de 2011

.humor negro.

Vezenquando meu humor tá negro.
Praticamente azul.
"“oncinha pintada, zebrinha listrada, coelhinho peludo………………….VSF!”





Alguem quer um café? Bom dia.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

.me despir.

Sou sentimento, desejo, paixão.O Fogo que arde no coração.
Sou a água da sua sede.
Sou o chão, teto e parede...

Sou o vento no horizonte,
A saudade faz a ponte.
Sou a lágrima de felicidade,
A parte mentira da verdade...

o brilho nos olhos de alguém.
A lembrança da estação de trem.
A sinceridade do espinho,
O caminho que caminho
Nunca mais estar sozinho,
tens contigo meu destino.

Me fez bem demais, te levar ao céu.
Poder ficar em paz, me deixar ser seu
Posso ser quem sou, me despir.
Te conheci amor...
meu amor.

(Marcus de Carvalho/Julio Neto)