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quarta-feira, 15 de maio de 2013

.desenterrada.



Pra ti ver como são as coisas. Comentei aqui sobre as minhas aventuras pela música nativista do RS nos posts: “.não sou gaúcho, sou porto-alegrense.” e ".victor hugo - cibernauta." .

Pois bem, não é que o Julio Neto (meu compadre) encontrou um dos registros!?
 
(...)

  
 
 
(...)
 
Gravei esse tema no "STÚDIO FCS Produções Artísticas" do meu amigo Francisco "Choio" Scherer em 1997... é dele também os créditos no baixo, violão e sanfona. O Choio é um artista completo, espalha seus dedos pelos instrumentos que chega  ficar parecendo simples tirar som de qualquer coisa.
 
(...)
 
Depois de escutar essa minha "interpretação", descobri o motivo que me levou a virar roqueiro.
 
 
 
...ovelha não é pra mato.

sábado, 24 de novembro de 2012

Eu quero que o tapete voe

Oii, gente!

Ontem tive a oportunidade de ver mais um show com o Arnaldo Antunes. (Carla, esse é o cara, mais do que o Robertinho hehe).

Essa música encerrou o show. Eu acho a letra dela fantástica.

Tem um jeito mais gostoso de ouvir coisas comuns da vida que dão medo, como o fato de envelhecer?


quarta-feira, 22 de agosto de 2012

.sem rodeios.


O texto a seguir é uma contribuição dos Vezenquandistas: Julio Neto & Milena Lenz

(...)

"Um risco quer dizer Francisco, 
Não sou bom entendedor
Não sou de meias palavras,
Então não me venha com charadas
Seja franco, sincero... direto...” (Feio)

Pois é, mas as pessoas não estão preparadas para receber palavras inteiras vindo da franqueza. Vide nosso amigo Lucilio, sempre foi marginalizado pelo simples fato de falar o que pensa, sem meias palavras, eu e meu cumpadi Feio brigamos muito até conseguirmos acreditar que o que um dizia pro outro não era pessoal. Eu tenho pouquíssimas pessoas nas quais posso ser sincero e franco, e essas são as pessoas  importantes na minha vida. 

(...)

Imaginemos um marido, chega em casa e diz, “Meu amor você está gorda...”, pronto, hecatombe nuclear. E ainda temos a palavra inteira para elogiar, e essa também as pessoas não estão preparadas, quando alguém elogia, pelo trabalho ou pela aparência, o normal é pensarmos, “O que ela ta querendo?”, mas acho que é cultural do Brasil, li na revista Vida Simples do mês passado, que o brasileiro preza pela gentileza, para não gerar conflitos, e assim deixa de falar coisas mais contundentes, em contra partida usamos o elogio para conseguir coisas, então temos dificuldade de crer que alguém pode ter gostado da gente ou de algo que fizemos, nessa mesma matéria um brasileiro foi fazer um mestrado nos EUA e se espantou porque os alunos agradeciam as críticas dos professores. É difícil. Abaixo segue o texto da Milenz luz da minha vida. 

(...)

Ôh vida corrida, exaustiva e voraz. Que ora me arrasta, ora me empurra. Que me permite beber apenas um pouquinho da fonte do prazer, em doses homeopáticas. Que me faz escolher entre coisas e pessoas mesmo quando não estou pronto pra isso. E ainda por cima, é única, sem reestréia, sem segunda chance. Então qual caminho escolher, o fácil e superficial ou o trabalhoso e consistente? Relações sinceras com diálogos francos e muitas vezes difíceis ou as de ‘boa vizinhança” com conversas amenas e discursos políticos? A sinceridade pode doer se não estamos prontos para recebê-la, mas reavaliar as relações e valorizar pessoas sinceras e diretas pode ser bem mais prazeroso!!!

“Migalhas dormidas do teu pão
Raspas e restos
Me interessam
Pequenas porções de ilusão
Mentiras sinceras me interessam
Me interessam, me interessam” (Cazuza)

(...)

Pois é, cada um tem um nível de franqueza que pode agüentar, eu estou treinando o silêncio com as pessoas normais para 2012.

“Se ninguém olha
Quando você passa
Você logo acha:
A vida voltou ao normal...
Aquela vida sem sentido
Volta sem perigo
A mesma vida tudo
Tudo sempre igual...
Se alguém olha quando
Você passa, você logo diz:
"Palhaço!"
Você acha que não tá legal
Perde logo a noção do perigo
Todos os sentidos
Você passa mal...” (Lobão)

domingo, 19 de agosto de 2012

Playlist de domingo

Two Door Cinema Club é uma banda formada em 2007, no Condado de Down, na Irlanda, por Alex Trimble (vocal principal, guitarra, synth), Sam Halliday (guitarra, backing vocals) e Kevin Baird (baixo, backing vocals).

Trimble e Halliday se conheceram enquanto cursavam a Bangor Grammar School. O nome da banda veio depois que Halliday mal-pronunciou o nome de um cinema local, o “Tudor Cinema”. A banda antes era um grupo de quatro integrantes, conhecidos como LifeWithoutRory, composto pelos três membros atuais do TDCC e o baterista Patrick Thompson. Porém, o Two Door Cinema Club só tomou forma depois da saída de Patrick. Em 2007, a banda estava formada, e seguindo o público que visitava a sua página no MySpace, eles largaram a faculdade e começaram a trabalhar em um álbum de estúdio. O EP “Four Words To Stand On”, lançado em janeiro de 2009, foi bem recebido por crítica e público. O número de artigos sobre a banda em blogs especializados em música e a popularidade do grupo cresceu em julho de 2009, quando a banda começou a gravar seu álbum de debut em Londres, com Eliot James. Em setembro do mesmo ano, a banda começou a mixar o disco com Phillipe Zdar no Motorbass, seu estúdio em Paris.

Em janeiro de 2010, o Two Door Cinema Club anunciou o track list e detalhes do seu primeiro álbum em uma entrevista para a NME.  


Porque a vida não é feita só de rock'n'roll, bebê! 





.toca aqui.