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Victor Hugo
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quarta-feira, 15 de maio de 2013

.desenterrada.



Pra ti ver como são as coisas. Comentei aqui sobre as minhas aventuras pela música nativista do RS nos posts: “.não sou gaúcho, sou porto-alegrense.” e ".victor hugo - cibernauta." .

Pois bem, não é que o Julio Neto (meu compadre) encontrou um dos registros!?
 
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Gravei esse tema no "STÚDIO FCS Produções Artísticas" do meu amigo Francisco "Choio" Scherer em 1997... é dele também os créditos no baixo, violão e sanfona. O Choio é um artista completo, espalha seus dedos pelos instrumentos que chega  ficar parecendo simples tirar som de qualquer coisa.
 
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Depois de escutar essa minha "interpretação", descobri o motivo que me levou a virar roqueiro.
 
 
 
...ovelha não é pra mato.

sexta-feira, 26 de abril de 2013

.victor hugo - cibernauta.

Andei pelo meu  "bom e Velho Oeste”...

Porto Alegre/Alegrete/Uruguaiana/Itaqui/Uruguaiana/Alegrete/Uruguaiana/Porto Alegre

Em Uruguaiana, capital do Velho Oeste, tive a sorte e oportunidade de assistir a um verdadeiro show de talento, simpatia e simplicidade. Victor Hugo, conhecido aqui entre nós vezenquandistas por: ViPtor.

Num ambiente agradabilíssimo á beira do rio Uruguai numa típica noite de Outono...

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Em Dezembro de 1990 eu participei (juntamente com Julio Machado da Silva Neto, Fabio Figueiró Tavares e Ricardo Lisboa) do que seria a 3ª edição da Califórnia Petiça de Uruguaiana (Festival dentro do Festival que acontecia nas dependências do CTG Sinuêlo do Pago e que era para uma gurizada de até 15 anos de idade). Os vencedores da Petiça abriam a primeira noite da Califórnia da Canção Nativa do RS.

Era a passagem de som, era o dia que iríamos subir ao palco grande para interpretar a música “Era uma vez” de Aparício Silva Rillo / Mário Bárbara, era o dia em que sem saber eu daria a minha primeira entrevista a uma rádio, era o dia em que eu daria o meu primeiro e único autógrafo, era o dia em que eu teria um primeiro contato com o Viptor (sem ele sequer tomar conhecimento disso).

Chegamos para a passagem de som à tarde, num sol escaldante de dezembro e quem estava no palco passando o som para o show de intervalo da noite...  quem? Victor Hugo, cantando “Haragana” de Kleiton e Kledir... Lembro que no refrão ele mudava a frase de “morena má, haragana” para “morena de Uruguaiana.”

Que bonito. Que momento.
Acredito que os melhores momentos da vida são aqueles que lembramos os mínimos detalhes.

O segundo encontro que tive com o Victor foi rápido, se não me engano era a última edição da Califórnia, ele foi jurado, não lembro o ano. Foi o dia em que me apresentei pra ele, gritei: - Viptor! - Ao mesmo tempo em que ele respondeu me apontando: - Feio! - Nos abraçamos.

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...Uruguaianense. Acompanhado ao violão do não menos talentoso Cesar Santos, que por pura coincidência é meu irmão, fez daquela noite um desses momentos o qual lembrarei os mínimos detalhes.


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ja viu o novo vídeo da campanha Victor Hugo - CIBERNAUTA?
CONFERE AÍ... 


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Restam poucos dias...

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Há braços

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

.dia do músico.

Não me considero músico... faço algumas composições de teimoso, onde já se viu um cara compor e não saber uma escala se quer!?
Pra mim o título se dá ao camarada que estudou e/ou que convive, que faz da música a sua razão de viver... conheço vários, tenho muitos amigos músicos, graças a Deus.

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Convivo com a música desde que me conheço por gente. Meu irmão, Cesar Santos, a minha maior referencia musical começou a aperfeiçoar sua musicalidade aos 08 anos de idade +-, hoje, ele “brinca” de tocar violão e guitarra, faz parecer fácil... como se fosse apenas espalhar os dedos sobre o braço do instrumento e deixar o som escapar pela boca do tampo.
Não foram poucas as vezes que ele tentou me ensinar, mas sabe como é irmão mais novo, além de chato, não quer perder para o irmão mais velho.

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Quando saíamos em viagem de férias o Cesar levava o violão, se deixasse, ele ia enchendo o saco de Uruguaiana a Porto Alegre, de Porto Alegre a Floripa... vezenquando, durante o trajeto, nosso pai pedia para ele solar “Menino da Porteira”. Era mágico. Assim como as apresentações que fazíamos para amigos e parentes... o Cesar tocando e eu cantando... aos 09 anos de idade eu tinha um repertório de uma música só: GURI. Mas somando os dois repertórios, o meu e o do Cesar, nosso setlist chegava a umas 20 músicas mais ou menos (mais por conta do dele, menos por minha conta). E um detalhe, naquela época o Cesar não cantava... música clássica na veia!

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Poucos caras tem a sensibilidade musical do Cesar...

 
 
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Fica aqui o meu abraço e os meus parabéns a todos os meus amigos músicos de “A” a “Z” (pra não cometer o pecado de esquecer alguém).