Mesas

Mesa 1
Carla
Mesa 3
Marcus
Mesa 6
Rita
Mesa 7
Mari
Mesa 8
Cris
Palco 10
Victor Hugo
Mostrando postagens com marcador felicidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador felicidade. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

.dia do poeta.

E hoje é o Dia do Poeta!

Sobre o poeta Vinicius de Moraes escreveu Carlos Drummond de Andrade: 

“Vinicius é o único poeta brasileiro que ousou viver sob o signo da paixão. Quer dizer, da poesia em estado natural. Eu queria ter sido Vinicius de Moraes”.

Eu também!!! \o/

Fala aí, Vinicius!



Soneto de separação

De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto.
De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama.
De repente, não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente.
Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente.

segunda-feira, 7 de abril de 2014

.abra sua agenda aos imprevistos.

Um amigo cego meu pensa muitas vezes em seu interior, quando vai dormir: “Talvez, quando eu levantar amanhã, eu possa enxergar”. Até hoje, ele continua cego. Mas este sonho não se apaga em seu coração.

Como seria bom se todos nós sonhássemos sempre o mesmo! Querer acordar e ver tudo com clareza, porque não enxergamos tão bem quanto gostaríamos. A fé, no que parece impossível, continua viva quando cuidamos da chama do coração.

Alguém disse: “Se, por algum instante, Deus me desse um pedaço de vida, eu aproveitaria esse tempo o máximo possível. Daria valor às coisas, não pelo que valem, mas pelo que significam. Dormiria pouco, sonharia mais, porque entendo que, em cada minuto em que fechamos os olhos, perdemos sessenta segundos de luz. Eu andaria enquanto os outros se detêm, despertaria enquanto os outros dormem”. É o desejo de viver avida plenamente, sem sombras, sem escuridão. Uma vida com sentido e cheia de luz.

Um dia desses, uma pessoa comentava quão importante é viver aceitando que muitas coisas acontecem de repente. É verdade. Os milagres ocorrem quando não os esperamos. Vamos por um caminho, acreditamos que o correto é o que estamos fazendo, e de repente acontece algo que muda tudo.

Uma morte, uma doença, um imprevisto. Um acidente, um acontecimento alegre, uma surpresa inesperada. Um sorriso, um “te amo” que muda tudo, um abraço que nos rompe por dentro. Uma palavra de carinho ou de desprezo que nos comove. Um “adeus”, um “até logo”. Um silêncio que nos faz compreender. Uma viagem, uma resposta não pedida, uma pergunta lançada ao ar. Um “olá”, um “nunca é tarde”.

Às vezes, temos a agenda tão cheia, tão marcada, que suprimimos os possíveis “de repente” da nossa vida, tentando evitar que eles compliquem a nossa existência. Nós os evitamos, os censuramos, os escondemos. Não queremos que nada aconteça “de repente”.

Queremos estar tranquilos, com tudo sob controle. Mas isso não é possível. As coisas continuarão acontecendo em nossa vida quando menos esperarmos.

Se fôssemos mais flexíveis, esses “de repente” não seriam tão incômodos. Nós nos adaptaríamos facilmente às mudanças e as veríamos como novos caminhos que Deus abre para nós. Se colocássemos nossa agenda nas mãos de Deus, talvez as mudanças não nos complicariam tanto a vida.

Para isso, temos de desenvolver um dom especial, essa capacidade de descobrir Deus em tudo, essa ingenuidade das crianças que sabem aproveitar a vida no presente, aqui e agora. Sem olhar o passado com nostalgia ou culpa. Sem esperar o futuro com medo e desconfiança.

Esses “de repente” podem transformar nossa vida para sempre.

Pe. Carlos Padilla
Saiu daqui.

segunda-feira, 10 de março de 2014

.pessoas interessantes.



As pessoas mais interessantes que eu conheço são audaciosas. Largam o trabalho quando não estão felizes, mudam de área, começam um negócio ou vão fazer qualquer coisa para ganhar menos, mas ter mais vida. Essas pessoas não seguem a rotina, criam a própria. Acordam cedo para cuidar do corpo e dormem o suficiente para cuidar da mente. Abraçam oportunidades únicas e não pensam duas vezes antes de arriscar. São precipitadas, mas a precipitação traz as melhores lições e histórias.

Pessoas interessantes se divertem mais. Não tem medo de descontrair com gente que nunca viram nada vida, muito menos do julgamento por uma piada ruim. Saem sozinhas ou acompanhadas, fazem amizades de uma noite só e dançam com desconhecidos como se fossem os melhores amigos do mundo. Não tem receio de elogiar um estranho, de sorrir para alguém sem necessariamente flertar ou de falar que o dente de um amigo está sujo. Elas descobrem felicidade onde alguns encontram desprezo.

As pessoas mais interessantes que eu conheço são ousadas. Não se contentam com pouco ou se deixam levar por besteiras. Não esperam, realizam. Se der vontade de viajar sem ter nada planejado, o único plano é fazer a mala e cair na estrada. Não se preocupam com reserva de hotel, com o que vão comer ou como vão chegar. As pessoas mais interessantes que conheço não tem medo do amanhã, elas vivem o agora.

Uma pessoa interessante não liga para o julgamento dos outros. Fazem, por elas, o que ninguém jamais se propôs a fazer. Erram, pois sabem que vão aprender. Sofrem, pois sabem que vão sorrir. Sonham, pois sabem que vão realizar. As pessoas mais interessantes que eu conheço são apaixonadas pela própria vida.

[ Bruno Érnica ]

Saiu daqui.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

.felicidade.

Umas farão de uma forma; outras, de forma inteiramente diferente. Não há uma regra que sirva para todas. Não há uma forma única de amar ou de ser feliz. Cada um de nós precisa de um tipo de resposta emocional e de parceria. Ela será encontrada em pessoas e situações diferentes. É simples.

É claro que existem comportamentos gerais, mas quem se interessa por eles? Não vivemos no interior de uma estatística. Cada um de nós habita a própria vida, convive com os próprios desejos, um dia de cada vez. A gente faz o que pode, nas circunstâncias que nos são oferecidas, com mais ou menos coragem e discernimento. Deixem aos sociólogos, em 100 anos, o trabalho de quantificar nosso comportamento. Até lá estaremos mortos, mas talvez tenhamos sido felizes.

|| Ivan Martins, na Época, repetindo que felicidade é um conceito variável. Cada um habita a própria vida, convive com os próprios desejos. ||

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

O caminho de volta

Das poucas coisas significativas que li esse ano no Facebook.

O caminho de volta 



Já estou voltando. Só tenho 37 anos e já estou fazendo o caminho de volta. Até o ano passado eu ainda estava indo. Indo morar no apartamento mais alto do prédio mais alto do bairro mais nobre. Indo comprar o carro do ano, a bolsa de marca, a roupa da moda.

Claro que para isso, durante o caminho de ida, eu fazia hora extra, fazia serão, fazia dos fins de semana eternas segundas-feiras. Até que um dia, meu filho quase chamou a babá de mãe!

Mas, com quase quarenta, eu estava chegando lá. Onde mesmo? No que ninguém conseguiu responder, eu imaginei que quando chegasse lá ia ter uma placa com a palavra "fim". Antes dela, avistei a placa de "retorno" e nela mesmo dei meia volta.

Comprei uma casa no campo (maneira chique de falar, mas ela é no meio do mato mesmo). É longe que só a gota serena. Longe do prédio mais alto, do bairro mais chique, do carro mais novo, da hora extra, da babá quase mãe.

Agora tenho menos dinheiro e mais filho. Menos marca e mais tempo. E não é que meus pais (que quando eu morava no bairro nobre me visitaram quatro vezes em quatro anos), agora vêm pra cá todo fim de semana? E meu filho anda de bicicleta, eu rego as plantas e meu marido descobriu que gosta de cozinhar (principalmente quando os ingredientes vêm da horta que ele mesmo plantou).

Por aqui, quando chove, a Internet não chega. Fico torcendo que chova, porque é quando meu filho, espontaneamente (por falta do que fazer mesmo) abre um livro e, pasmem, lê. E no que alguém diz "a internet voltou!" já é tarde demais porque o livro já está melhor que o Facebook, o Twitter e o Orkut juntos.

Aqui se chama "aldeia" e tal qual uma aldeia indígena, vira e mexe eu faço a dança da chuva, o chá com a planta, a rede de cama. No São João, assamos milho na fogueira. Aos domingos, converso com os vizinhos. Nas segundas, vou trabalhar, contando as horas para voltar.

Aí eu me lembro da placa "retorno" e acho que nela deveria ter um subtítulo que diz assim: "retorno – última chance de você salvar sua vida!" Você provavelmente ainda está indo. Não é culpa sua. É culpa do comercial que disse: "Compre um e leve dois". Nós, da banda de cá, esperamos sua visita. Porque sim, mais dia menos dia, você também vai querer fazer o caminho de volta.

Téta Barbosa é jornalista, publicitária e mora no Recife.

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

.os reconhecimentos que promovemos.


Há pouco tempo, li umas críticas sobre o livro Encantador de Pessoas (já falei dele aqui) e gostei bastante do que li. Parecia ser um livro bem interessante. Mas como tenho o hábito de fazer uma pesquisa antes, atrás do livro em pdf, e ler alguns trechos antes de comprá-lo, foi o que fiz. Achei este link aqui que disponibiliza a introdução do livro e pude verificar que realmente era uma leitura que me agradava. Fica a dica, então, para quem se interessar pelo livro. ;)

No meu último post prometi que ia falar de um dos capítulos do livro que gostei. O que me leva a escrever sobre isso é que, além de ter prometido que falaria, a mudança a partir do sentir é um tema que me interessa bastante.

A perspectiva de reflexão do capítulo é acerca do sentido que damos à vida, das relações positivas e da visão sistêmica do futuro; do valor que, em determinamos momentos, damos ou deixamos de dar para as pessoas que nos são caras, independentes de estarem próximas ou não; do reconhecimento que promovemos, ou não, a quem tanto amamos.

Mas a grande questão que o livro me trouxe foi sobre QUEM amamos. Será que reconhecemos quem realmente deveríamos reconhecer? Será que nossas energias são depositadas em quem realmente deveria ter nossa atenção?

Para se chegar a alguma resposta (não sei se esse é o termo mais adequado) o autor do livro propõe o seguinte exercício que ele realiza em workshop: a simulação  do próprio velório. Simmmmm, o assunto a partir daqui é fúnebre! É para os fortes! Para aqueles que não tem coragem de seguir a leitura adiante, eu me despeço com essa música do Jorge Drexler (que eu adooooro)... Bj, e até a semana que vem! Voltem sempre! ;)




Para você que se arriscou, segue o exercício:


Imagine que você faleceu.  
Imagine sua morte na posição em que se encontra, neste local, neste momento. Imagine seu corpo sendo levado ao velório e então seu caixão aberto.
Quem está no seu velório?
O que dizem essas pessoas?
O que pensam a respeito do que foi a sua vida?
Quem você ama está lá?
Imagine seu próprio velório. 
Em determinado momento, um pequeno grupo se aproxima do seu corpo e o toca, 
em um movimento misto de carinho e de dor.
Quem está tocando você?
Essas devem ser as pessoas mais importantes da sua vida. 
Então, imagine a dor que eles, e você - sentem numa cena dessas. 
Você não pode falar nada, afinal está morto. 
Pode apenas reconhecer essas pessoas e imaginar o calor delas ao tocar seu corpo.
E se lhe fosse permitido falar algo em apenas dois minutos? 
Que recado você daria a essas pessoas?
Que recado daria na sua despedida?
Que pedido de desculpas você faria?
Como demonstraria o seu amor?
Agora, como num passe de mágica, sinta a energia do seu corpo aqui e agora. 
Sinta o peso do seu corpo tocando o sofá ou a cadeira em que está sentado neste momento. 
Sinta que está vivo e que isso foi apenas um exercício.


Você não está morto! 
E agora cabe somente a você definir o que fará com seu tempo restante. Que aspecto de você morre neste momento? Que culpas e experiências vividas, as quais você não pode mais mudar, precisam morrer para que você possa renascer? Que parte do seu passado precisa ser enterrada para que você possa ir adiante? Sinta o luto  por aquilo que quer mudar para então iniciar um recomeço. Um novo contrato individual daquilo que quer buscar. Temos o direito de rever nossos comportamentos e seguir adiante rumo a uma vida mais feliz.


quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

.gps mental.


Porto Alegre e seus bairros... um dos que eu mais gosto pela localização, estrutura, aparência   e pelo nome, é o Bairro Bom Fim. Passear pelo bairro nos finais de semana me dá a impressão de que estou no interior. Já durante a semana... também!
 
(...)

 
Será que preciso envelhecer pra poder morar no Bom Fim? E no Tristeza, aceitam caras felizes por lá? E ateus no Menino Deus? Sou um selvagem por morar no Floresta? E Dom Quixote no Moinhos de Vento?
(...)

 
Gosto muito de dirigir pelas ruas da capital. Me criei no Velho Oeste onde as ruas são largas e o quarteirões todos com o mesmo tamanho. Quando eu era pequeno e vinha para a capital com meu pai e passávamos sempre onde ele chamava de “a melhor lomba de Porto Alegre” – Av. Independência/R. Mostardeiros... era uma sensação incrível: - te prepara pra voar!

Hoje a história se repete, passo com os meus filhos pela melhor lomba de Porto Alegre: - preparem-se para voar! – a diferença são os controladores de velocidade e a quantidade de carros.

(...)

 
Enquanto escrevia minhas bobagens da semana, fui dar uma pesquisada no “JORGE” e descobri a HISTÓRIA DOS BAIRROS DE PORTO ALEGRE. Bem legal. Vale a pena dar uma clicada aí.
 
(...)


“Da janela do avião eu vejo Porto Alegre
Vejo o futuro em flash-back
Meu pai, minha filha, nossa casa
Da janela do avião eu vejo por acaso
O nosso caminho, moinhos de vento
Glória, independência, a nossa redenção
Vejo da janela do avião”
(Por Acaso - HG)
 
 
(...)
 
 
Forte abraço!
 
 


segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

.sobre as escolhas.


Hoje eu acordei muito emocionada. Não sabia exatamente o por quê. Mas eu queria chorar e agradecer tanta coisa. E fiquei olhando pra dentro, relembrando as coisas que desejei no passado e vi que minha emoção vinha de tantos sonhos realizados. Porque eu tenho um compromisso tão real com a felicidade, e que tudo o mais que me conduza a essa realização é uma consequência dessa minha escolha. Eu sei que a vida não é fácil: se a gente quer um amor e o encontra, a gente depois tem que negociar com a convivência. Se a gente tem muitos amigos, as idiossincrasias. Se o emprego dá grana, às vezes, o chefe nos desanima....

Enfim, nem todo poeta vive de poesia, embora muita gente se alimente dela. Eu hoje acordei tão emocionada porque sei que cada vírgula da nossa rotina tem sentido. E que ter uma rotina é tão saudável. E que ter amigos nos impulsiona, e que viver um grande amor nos embeleza. E que fazer "a nossa parte" melhora o mundo. E que ter bons pensamentos enriquece o Universo. Eu hoje acordei tão emocionada porque tive a plena consciência de que eu posso escolher outra coisa sempre e que no aprendizado não existe escolha errada. Eu hoje acordei com a alma em festa, porque sou feliz como alguém que fez "as escolhas certas".

Marla de Queiroz

sábado, 10 de novembro de 2012

Sobre a tal felicidade

FELICIDADE é você poder escolher ao que você vai se prender. Felicidade e liberdade são duas coisas que andam de mãos juntas. Ser livre é poder escolher ao que você pode se prender. Essa possibilidade da escolha é muito grande. Uma pessoa que tem essa possibilidade de escolher ao que vai se prender, quais são os compromissos profissionais, emocionais que vai assumir, é uma pessoa livre e, portanto, feliz.  (Marcelo Gleiser para o documentário Eu Maior)





quarta-feira, 19 de setembro de 2012

.pois então.



"Então trabalhamos para um dia sermos felizes, malhamos para um dia ficarmos gostosas, estudamos para algum dia termos uma profissão, recolhemos tributos para algum dia nos aposentarmos. No meio de tantos afazeres em busca da felicidade, nos esquecemos do essencial – o hoje, era o amanhã de ontem. Algum dia a gente fez planos para que hoje estivéssemos felizes, mas nem nos demos conta que o futuro chegou já que estamos ocupados demais pensando no futuro de amanhã." 

Gostou? Saiu daqui!

sábado, 11 de agosto de 2012

Happiness



Sou feliz só por preguiça. A infelicidade dá uma trabalheira pior que doença: é preciso entrar e sair dela, afastar os que nos querem consolar, aceitar pêsames por uma porção da alma que nem chegou a falecer. (Mia Couto)


sábado, 3 de março de 2012

Onde a grama é mais verde?



Esses dias curti muito uma reportagem que foi traduzida no Papo de Homem.

Para resumir, foram enumeradas "coisas" que se correlacionam à felicidade:

- Renda anual de pelo menos US$ 75 milhões
- Investir dinheiro em outras pessoas e em caridade
- Investir dinheiro mais em experiências do que em coisas
- Morar perto do seu trabalho
- Ser mais velho
- Ter um trabalho satisfatório
- Vínculos sociais fortes
- Sexo regular e monogâmico

Assim, você pode estar perdendo tempo:

- Tentando ficar extremamente rico
- Desejando voltar aos 20
- Comprando um monte de tranqueira
- Tolerando mais tempo no trânsito para poder ter uma casa maior
- Sendo um ermitão
- Praticando o celibato involuntário

"Apesar de tudo, no fim das contas, a felicidade realmente tem a ver com atitude e sentir prazer nas pequenas coisas da vida. Conheci homens que trabalhavam em empregos vagabundos em cidades horríveis e, ainda assim, levavam vidas felizes. Eles aprenderam a apreciar mesmo o menor dos prazeres da vida. Um bom livro, boa comida e a beleza do mundo ao ar livre. Ao invés de focar naquilo que não possuíam, esses homens se concentraram em todas as coisas que tinham a seu favor. Eles adotaram uma postura de gratidão. E, na verdade, há um estudo que também comprova a veracidade desta antiga máxima da sabedoria popular."

E, para você, como é a equação da felicidade?

Reportagem original aqui.