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Victor Hugo
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sexta-feira, 26 de abril de 2013

.victor hugo - cibernauta.

Andei pelo meu  "bom e Velho Oeste”...

Porto Alegre/Alegrete/Uruguaiana/Itaqui/Uruguaiana/Alegrete/Uruguaiana/Porto Alegre

Em Uruguaiana, capital do Velho Oeste, tive a sorte e oportunidade de assistir a um verdadeiro show de talento, simpatia e simplicidade. Victor Hugo, conhecido aqui entre nós vezenquandistas por: ViPtor.

Num ambiente agradabilíssimo á beira do rio Uruguai numa típica noite de Outono...

(...)

Em Dezembro de 1990 eu participei (juntamente com Julio Machado da Silva Neto, Fabio Figueiró Tavares e Ricardo Lisboa) do que seria a 3ª edição da Califórnia Petiça de Uruguaiana (Festival dentro do Festival que acontecia nas dependências do CTG Sinuêlo do Pago e que era para uma gurizada de até 15 anos de idade). Os vencedores da Petiça abriam a primeira noite da Califórnia da Canção Nativa do RS.

Era a passagem de som, era o dia que iríamos subir ao palco grande para interpretar a música “Era uma vez” de Aparício Silva Rillo / Mário Bárbara, era o dia em que sem saber eu daria a minha primeira entrevista a uma rádio, era o dia em que eu daria o meu primeiro e único autógrafo, era o dia em que eu teria um primeiro contato com o Viptor (sem ele sequer tomar conhecimento disso).

Chegamos para a passagem de som à tarde, num sol escaldante de dezembro e quem estava no palco passando o som para o show de intervalo da noite...  quem? Victor Hugo, cantando “Haragana” de Kleiton e Kledir... Lembro que no refrão ele mudava a frase de “morena má, haragana” para “morena de Uruguaiana.”

Que bonito. Que momento.
Acredito que os melhores momentos da vida são aqueles que lembramos os mínimos detalhes.

O segundo encontro que tive com o Victor foi rápido, se não me engano era a última edição da Califórnia, ele foi jurado, não lembro o ano. Foi o dia em que me apresentei pra ele, gritei: - Viptor! - Ao mesmo tempo em que ele respondeu me apontando: - Feio! - Nos abraçamos.

(...)

...Uruguaianense. Acompanhado ao violão do não menos talentoso Cesar Santos, que por pura coincidência é meu irmão, fez daquela noite um desses momentos o qual lembrarei os mínimos detalhes.


(...)


ja viu o novo vídeo da campanha Victor Hugo - CIBERNAUTA?
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Restam poucos dias...

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Há braços

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

.me traz na bagagem, tua viagem sou eu.

Vou pra Uruguaiana, no fim de semana,
Ver os pirilampos se multiplicando
Um touro berrando na costa do mato do Ibirocaí...

Se eu pudesse, ontem eu já tinha ido
Num vagão de carga, desses que se vai
Matar a saudade de tomar um banho no Rio Uruguai!
 
(...)
 
 
• 645 km
• 07hs de viagem.
• 01 parada programada
• ...como é longe Uruguaiana!
 
(...)
 
Infelizmente não me enxergo mais morando no Velho Oeste. Isso não significa que não deseje voltar... todo dia penso na possibilidade disso acontecer e a cada dia esta possibilidade fica ainda mais distante.
 
Quem sabe depois que encerrar o ciclo da capital.
 
(...)
 
Bueno, este é o último post da mesa 3 em 2012... estarei de volta no dia 09/01 do ano que vem. Vou beber mais alguns goles das águas do rio Uruguai.
 
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Feliz Natal e que MMXIII seja tão bom quanto MMXII.
Fiquem bem.
 
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Que venha em paz
O ano que vem
Que venha em paz
O que o futuro trouxer
(hg)



sexta-feira, 2 de novembro de 2012

.cuidemos deste agora.

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Pessoas vão embora de todas as formas: vão embora da nossa vida, do nosso coração, do nosso abraço, da nossa amizade, da nossa admiração, do nosso país. E, muitas a quem dedicamos um profundo amor, morrem. E continuam imortais dentro da gente. A vida segue: doendo, rasgando, enchendo de saudade... Depois nos dá aceitação, ameniza a falta trazendo apenas a lembrança que não machuca mais: uma frase engraçada, uma filosofia de vida, um jeito tão característico, aquela peculiaridade da pessoa.

Mas pessoas vão embora. As coisas acabam. Relações se esvaem, paixonites escorrem pelo ralo, adeuses começam a fazer sentido. E se a gente sente com estas idas e também vindas, é porque estamos vivos.

Cuidemos deste agora. Muitos já se foram para nos ensinar que a vida é só um bocado de momento que pode durar cem anos ou cinco minutos. E não importa quanto tempo você teve para amar alguém, mas o amor que você investiu durante aquele tempo. 


Marla de Queiroz

[ saiu daqui ]